E11973, o Ano Reinventor
O episódio inicial dessa série inspirada no movimento de produção fonográfica brasileira no ano de 1973 resgata o período de efervescência cultural anterior, com a bossa nova e o tropicalismo.

O programa contextualiza o Brasil e o mundo no ano de 1973 para mostrar como o período foi fértil para a produção local. Cada episódio trata de um tema específico, como a censura do regime militar, a ascensão do samba na época, o rock brasileiro, a importância de icônicas capas de LP, a produção fora do eixo Rio-São Paulo e a renovação da bossa nova. Para isso, a atração convida músicos como Odair José, Charles Gavin e Roberto Menescal, além de jornalistas como Silvio Essinger, Paulo Cesar de Araújo e Renato Terra, para trazer detalhes dos bastidores da época. Cada depoimento é complementado por um extenso trabalho de pesquisa com apresentações e entrevistas de artistas que marcaram o ano e continuam fundamentais para a história da música brasileira.
O episódio inicial dessa série inspirada no movimento de produção fonográfica brasileira no ano de 1973 resgata o período de efervescência cultural anterior, com a bossa nova e o tropicalismo.
O episódio destaca a importância das telenovelas para a produção musical e relembra a icônica apresentação de “Cálice”, nas vozes de Chico Buarque e Gilberto Gil no Festival Phono 73.
O episódio destaca o caldo cultural que deixava os censores da ditadura enlouquecidos e debate o choque entre a criatividade do artista brasileiro em oposição à repressão política e social.
O episódio destaca álbuns icônicos de 1973 e o investimento das gravadoras em propostas mais experimentais, disseminando artistas como Hermeto Pascoal, Tom Zé, Hareton Salvanini e Raul Seixas.
O episódio destaca a importância da vendagem de artistas populares para gravadoras aceitarem projetos mais experimentais e o surgimento de uma nova geração de talentos musicais.
O episódio destaca a Bossa Nova como um movimento maior do que apenas “Um banquinho e um violão” e resgata uma geração de artistas interessados na qualidade musical, independente do estilo.
O programa mostra a ebulição musical de 1973 e a profusão de lançamentos de clássicos da MPB em meio a propostas de ruptura de artistas como Luiz Melodia, “Secos e Molhados” e Raul Seixas.
“Daqui a 100 anos vão restar as baratas e o samba”. A frase de Moacyr Luz define o programa que relembra o renascimento do samba em 1973, embalado por nomes como Beth Carvalho e Paulinho da Viola.
O episódio destaca a influência do tropicalismo na produção de um novo rock brasileiro, quando artistas passaram a procurar uma identidade própria e não apenas copiar estilos estrangeiros.
O episódio destaca o caldeirão cultural brasileiro no ano de 1973, com destaque para artistas fora do eixo Rio-São Paulo, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Fagner e Milton Nascimento.
O programa destaca a força das mulheres começando a fugir dos estereótipos impostos pela indústria fonográfica e relembra artistas que influenciaram gerações, como Gal Costa e Elis Regina.
O episódio destaca o papel das capas dos discos com o aumento da produção fonográfica e relembra álbuns com projetos que marcaram época, como “Nervos de Aço” de Paulinho da Viola.
O episódio final dessa série que acompanha a importância do ano de 1973 para a Música Popular Brasileira destaca a perenidade das obras e a influência que continuam tendo nas novas gerações.
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