O Brasil que Dá Certo: Os Bastidores do Plano Real
SÉRIE · EPISÓDIOS

O Brasil que Dá Certo: Os Bastidores do Plano Real

2023⭐ 0.01 temporada

O que explica esse sucesso e como extrair dele uma referência de Brasil que dá certo? Vamos mergulhar na origem do Real, um processo mais complexo do que parece – e mais fascinante também. Na verdade, uma epopeia.

TEMPORADA 1

Minissérie

14 episódios
A Operação Secreta que Tirou o Brasil do Atraso

E1A Operação Secreta que Tirou o Brasil do Atraso

No início de 1994, um drible no FMI permitiu que o Brasil se libertasse das receitas econômicas impostas de fora e realizasse o Plano Real sem interferências políticas. Foi uma espécie de emancipação do país.

2023-06-13
▶
O Transplante no Comando da Economia Nacional

E2O Transplante no Comando da Economia Nacional

Um governo perdido, empossando seu quarto ministro da Fazenda sob uma inflação galopante, era a receita do desastre. Mas o que aconteceu foi o contrário, porque a escolha de um "estranho" para a economia virou a política do avesso.

2023-06-27
▶
O Nascimento da Responsabilidade Fiscal

E3O Nascimento da Responsabilidade Fiscal

Contrariando o ministro FHC, a equipe que ele recrutou na PUC-RJ se recusou a preparar um pacote emergencial contra a inflação. A condição para seguir em frente foi uma carta branca para a faxina orçamentária.

2023-07-04
▶
O Escudo Anti-partidário

E4O Escudo Anti-partidário

Em sua grande oportunidade de poder, o PSDB não deu as cartas no topo da máquina. O principal economista do partido, José Serra, foi preterido em favor de Pedro Malan para comandar o plano. A política foi submetida à técnica.

▶
Tirando o Orçamento da Clandestinidade

E5Tirando o Orçamento da Clandestinidade

Em meados de 1993, a equipe econômica montada pelo ministro FHC mergulhou nas contas públicas para descobrir o tamanho do prejuízo. Descobriu algo pior: não era possível sequer calcular o prejuízo.

▶
Um Plano na Cabeça e Duas Moedas na Mão

E6Um Plano na Cabeça e Duas Moedas na Mão

A crise política aconselhava apenas um paliativo para acalmar a febre inflacionária até a eleição. A equipe do Plano Real fez justamente o contrário, projetando uma moeda de transição para acabar com a correção monetária.

▶
A Blindagem Legal do Plano Econômico

E7A Blindagem Legal do Plano Econômico

A criação do Real não foi só uma engenharia monetária. A nova moeda teria sido triturada em pouco tempo se o plano não tivesse sido acrescido de um amplo escudo jurídico para barrar o contágio da memória inflacionária.

▶
A Sinfonia Popular da URV

E8A Sinfonia Popular da URV

Quando a Unidade Real de Valor funcionou, firmando-se como moeda “paralela” ao cruzeiro real com valor estável, a equipe econômica obteve seu maior trunfo contra os especuladores: a confiança da população no dinheiro.

▶
O Neoliberalismo e o Vício da Sabotagem

E9O Neoliberalismo e o Vício da Sabotagem

Os egoístas fantasiados de altruístas – essas figuras imortais do debate político – deram um show à parte tentando (e não conseguindo) rotular o Plano Real como "de direita". A reforma triturou os demagogos.

▶
Guerra Sangrenta no Banco Central

E10Guerra Sangrenta no Banco Central

Em 1995, muitos ainda achavam que a derrubada da nova moeda era questão de tempo. Mas no primeiro grande ataque especulativo, o mercado levou um “saco de maldades” na cabeça e entendeu que a conversa era outra.

▶
A Travessia de Três Terremotos Históricos

E11A Travessia de Três Terremotos Históricos

Nos seus primeiros anos, o Plano Real esteve a perigo algumas vezes – especialmente nas crises do México, dos Tigres Asiáticos e da Rússia. O repertório de medidas que mantiveram o país de pé foi internacionalmente aclamado.

▶
O Brasil como Bola da Vez

E12O Brasil como Bola da Vez

No início de 1999, a turbulência financeira vinda da Rússia se somou ao descontrole de gastos para a reeleição de FHC e provocou a crise da maxidesvalorização do real. Parecia o fim, mas não era.

▶
Escombros no Bunker de FHC

E13Escombros no Bunker de FHC

Após a maxidesvalorização do Real, o mercado passou a apostar na queda de Pedro Malan – e da política de controle de gastos – mas o ministro da Fazenda permaneceu intocável, inclusive com respaldo internacional.

▶
Perder é para os Fortes

E14Perder é para os Fortes

Na eleição de 2002, o candidato de oposição era contra o Plano Real e o candidato do governo também era. Mas a disputa entre Lula e José Serra não abalou a moeda estável – porque reformas de verdade são maiores que a política.

▶
ELENCO

Elenco principal

COMUNIDADE

Comentários

A carregar comentários…

↗

Partilhar

Escolha onde quer partilhar.

VIP

Assista com mais conforto

Remova anúncios, mantenha os seus favoritos e continue exatamente de onde parou.

Ver planos VIP
AnúncioPublicidade